Selflessness, solidarity and working for the common good characterize what the Nobel Peace Prize should be about. These traits aptly describe Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade, which has saved over 80,000 lives since 2005 and has been fighting COVID-19 in 27 countries. Join us in asking the Nobel Committee to award Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade a Nobel Peace Prize!

To the Nobel Peace Prize Committee:

In the midst of this global pandemic unprecedented in modern history, there is one group from a small country that has provided hope and inspiration to people around the world: the Cuban doctors and nurses who are part of the Henry Reeve International Medical Brigade now working in 22 countries to fight Covid-19. In recognition of their magnificent solidarity and selflessness, saving thousands of lives by putting their own lives at risk, we urge you to award them this year’s Nobel Peace Prize.

Henry Reeve was a 19-year-old American who left his home in Brooklyn, New York to join the Cuban struggle for liberation against the Spanish in the late 1800s. The Brigade named after him was formed by the late Cuban leader Fidel Castro in 2005 after the US rejected an offer to send 1,500 Cuban doctors to provide assistance in the wake of Hurricane Katrina.

Since its formation, the medical personnel of the Brigade, now composed of 7,400 voluntary healthcare workers, have been on the front lines providing disaster relief. Before COVID-19, it had treated more than 3.5 million people in 21 countries ravaged by the world's worst natural disasters and epidemics. An estimated 80,000 lives have been saved as a direct result of the Brigade's front-line emergency medical treatments.

One of their most heroic acts was in 2014-2015, when the Brigade sent over 400 doctors, nurses and other health workers to West Africa to confront the dangerous Ebola pandemic, working in regions where healthcare facilities and even basic infrastructure such as roads and communications systems were minimal. This team constituted the single largest medical operation on the ground in Sierra Leone, Guinea and Liberia. In recognition of the work of these specialists, the World Health Organization (WHO) awarded them the prestigious Dr. Lee Jong-Wook Memorial Prize for Public Health in 2017.

The Henry Reeve Brigade is only one part of the Cuban medical system, coordinated by the Cuban Ministry of Public Health, which has sent more healthcare workers overseas than the entire World Health Organization.

Now that the world is suffering a devastating pandemic, the Brigade is working globally to try to stop the spread and care for those who are sick. The world was so moved to see the Cubans going off to the most infected part of Italy, Lombardy, to help save lives. As of May 1, over 1,450 Cuban medical personnel were fighting COVID-19 in 22 countries: Andorra, Angola, Antigua and Barbuda, Barbados, Belize, Cape Verde, Dominica, Grenada, Haiti, Honduras, Italy, Jamaica, Mexico, Nicaragua, Qatar, Saint Lucia, Saint Kitts and Nevis, Saint Vincent and the Grenadines, South Africa, Suriname, Togo and Venezuela.

Sincerely,

 

Al Comitato per il Premio Nobel per la Pace

In questa pandemia mondiale senza precedenti nella storia moderna, c’è chi, provenendo da un piccolo Paese, ha dato speranza e ispirazione a persone di tutto il mondo: i medici e gli infermieri cubani della Brigata Medica Internazionale Henry Reeve, che al momento sono impegnati in 21 Paesi per combattere la COVID-19. Come riconoscimento della loro magnifica solidarietà e disinteresse nel salvare migliaia di vite mettendo la propria vita in pericolo, chiediamo che venga loro concesso il Premio Nobel per la Pace.  

Henry Reeve fu un giovane statunitense che all’età di diciannove anni lasciò Brooklyn, negli USA, per aderire alla causa della liberazione cubana, diventando generale di brigata dell’Esercito Libertador. La Brigata a lui intitolata fu creata dal leader cubano Fidel Castro il 19 settembre 2005, dopo che gli USA avevano rifiutato l’offerta di 1.500 medici cubani pronti a prestare assistenza a fronte dell’uragano Katrina.

I sanitari della Brigata (in numero di 7.400, tutti volontari) hanno offerto aiuto a più di 3,5 milioni di persone in 21 Paesi devastati dai peggiori disastri naturali ed epidemie nel mondo. Si valuta che sono state salvate 80.000 vite con il trattamento medico di emergenza di prima linea della Brigata. Uno degli interventi più eroici fu nel 2014-2015, quando la Brigata inviò in Africa occidentale più di 400 medici, infermieri ed altri sanitari, per fronteggiare la pericolosa pandemia dell’Ebola, lavorando in zone in cui le installazioni sanitarie e perfino la infrastruttura di base, come strade e sistema di comunicazioni, erano minime. Questa squadra è stata la più grande operazione medica sul terreno in Sierra Leone, Guinea e Liberia.

Per il lavoro di 250 specialisti in Africa durante l’epidemia dell’Ebola e per il suo prestigio medico, la Organizzazione Mondiale della Sanità (OMS) nel 2017 conferì alla Brigata il Premio Salute Pubblica in Memoria del Dr. Lee Jong-Wook.
La Brigata Henry Reeve è solo una parte del sistema medico cubano, coordinato dal Ministero Salute Pubblica di Cuba, che ha inviato più personale sanitario in missione all’estero che tutta la Organizzazione Mondiale della Sanità (OMS).
D’altro lato, mentre gli USA negano finanziamenti alla OMS, attaccano la Cina e sequestrano Dispositivi di Protezione Personale di altri paesi, i medici cubani stanno lottando contro la COVID-19 in tutto il mondo.

Il mondo s’è commosso vedendo i cubani arrivare nella zona più colpita d’Italia, la Lombardia, per aiutare a salvare vite umane. Dal 1° maggio, più di 1.450 sanitari del personale medico cubano stanno lottando contro COVID-19 in 21 paesi: Angola, Antigua y Barbuda, Barbados, Belice, Capo Verde, Dominica, Granada, Haití, Honduras, Italia (Lombardia e Piemonte), Jamaica, Nicaragua, Principato di Andorra, Qatar, San Cristóbal e Nieves, San Vicente e le Granadine, Santa Lucia, Sudafrica, Suriname, Togo, Venezuela.

Ao Comitê do Prêmio Nobel da Paz:


Em meio a uma pandemia global sem precedentes na história moderna, há um pequeno grupo de um pequeno país que levou esperança e inspiração às pessoas em todo o mundo: os/as medicos/as e enfermeiros/as cubanos/as que fazem parte da Brigada Médica Internacional Henry Reeve, que agora trabalham em 21 países para combater a COVID-19. Em reconhecimento a sua magnífica solidariedade e abnegação, salvando milhares de vidas e colocando suas próprias vidas em risco, pedimos que lhes concedam o Prêmio Nobel da Paz 2021.


Henry Reeve foi um jovem americano que deixou o Brooklyn, nos Estados Unidos, aos dezenove anos para ingressar na luta pela independência cubana e se tornar um general da brigada do Exército de Libertação. A Brigada Médica, com seu nome, foi criada pelo líder cubano Fidel Castro em 19 de setembro de 2005, depois que os Estados Unidos rejeitaram a oferta de enviar 1.500 médicos/as Cubanos/as para prestar assistência após o furacão Katrina.


O corpo médico da Brigada (7.400 trabalhadores/as voluntários/as da saúde) prestou assistência em desastres e pré-COVID-19 a mais de 3,5 milhões de pessoas, em 21 países devastados pelos piores desastres naturais e epidemias no mundo. Estima-se que 80.000 vidas foram salvas como resultado direto dos tratamentos médicos de emergência de primeira linha da Brigada para pacientes nesses países. Um de seus atos mais heroicos foi entre os anos de 2014 e 2015, quando a Brigada enviou mais de 400 médicos/as, enfermeiros/as e outros/as profissionais de saúde para a África Ocidental, para lidar com a perigosa pandemia de Ebola. Trabalhando em regiões onde as instalações e os cuidados de saúde e até a infraestrutura básica, como estradas e sistemas de comunicação, eram mínimos. Essa equipe constituiu a maior operação de campo médico na Serra Leoa, Guiné e Libéria.


Por este trabalho, de 250 especialistas em nações africanas durante a perigosa epidemia de Ebola e seu prestígio nas áreas da medicina, a Organização Mundial da Saúde (OMS) conferiu à Brigada o Prêmio de Saúde Pública Memorial Dr. Lee Jong-Wook.
A Brigada Henry Reeve é apenas parte do sistema médico cubano, coordenado pelo Ministério da Saúde Pública de Cuba, que enviou mais profissionais de saúde para trabalhar no exterior do que toda a Organização Mundial da Saúde (OMS).


Por outro lado, enquanto os EUA retiram fundos da Organização Mundial da Saúde, atingindo a China e sequestrando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) de outros países, os médicos cubanos estão lutando contra a COVID-19 em todo o mundo.


Nesse momento, em que o mundo está passando por uma pandemia devastadora, a Brigada está trabalhando globalmente para combatê-la e trazer saúde e recuperação aos pacientes afetados. O mundo ficou chocado ao ver os/as Cubanos/as se dirigindo à parte mais infectada da Itália, a Lombardia, para ajudar a salvar vidas. Desde o dia 1º de maio de 2020, mais de 1.450 equipes médicas cubanas lutam contra a COVID-19 em 21 países: Angola, Antígua e Barbuda, Barbados, Belize, Cabo Verde, Dominica, Granada, Haiti, Honduras, Itália (Lombardia e Piemonte). ), Jamaica, Nicarágua, Principado de Andorra, Catar, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Santa Lúcia, África do Sul, Suriname, Togo e Venezuela.


Sinceramente,

Au Comité du Prix Nobel de la Paix:

Au milieu de la pandémie sans précédent dans l’histoire moderne qui frappe le monde entier, un groupe d’un petit pays a donné de l’espoir et inspiré le monde entier : les médecins et les infirmières cubains, membres de la Brigade médicale internationale Henry Reeve, présents aujourd’hui dans 21 pays pour combattre la Covid-19. En reconnaissance de leur solidarité et de leur générosité exemplaires, car ils et elles mettent leur propre vie en danger pour en sauver des milliers d’autres, nous vous exhortons à leur attribuer le Prix Nobel de la Paix 2021.

La Brigade Henry Reeve n’est qu’un groupe au sein du vaste système de santé coordonné par le ministère cubain de la Santé publique, qui a envoyé plus de personnel en missions médicales à l’étranger que l’ensemble de l’Organisation mondiale de la santé (OMS). Elle tient son nom d’un soldat né aux Etats-Unis qui a combattu sept ans dans les rangs de l’armée de libération de Cuba pendant la guerre d’indépendance de l’Île contre les Espagnols. Le leader cubain Fidel Castro, aujourd’hui décédé, l’a créée en 2005 après le refus des Etats-Unis d’accepter l’assistance de Cuba qui, au lendemain du passage de l’ouragan Katrina, avait offert d’y envoyer 1 500 médecins.

La Brigade s’est toujours trouvée en première ligne dans l’aide aux sinistrés. Avant la pandémie provoquée par la COVID-19, ses 7 400 travailleurs volontaires en soins de santé avaient traité plus de 3,5 millions de personnes, dans 21 pays ravagés par les pires épidémies et désastres naturels. Selon les estimations, les traitements médicaux d’urgence fournis par les membres de la Brigade ont permis de sauver la vie de 80 000 patients dans ces pays. Une de leurs actions les plus remarquables a eu lieu en 2014-2015, lorsque plus de 400 médecins, infirmières et autres travailleurs en soins de santé sont allés s’attaquer à la dangereuse épidémie de l’Ebola en Afrique de l’Ouest. ils ont alors travaillé dans des régions où les installations de soins de santé, et même les infrastructures élémentaires telles que routes et systèmes de communications, étaient presque inexistants. L’équipe a constitué l’opération médicale la plus importante sur place en Sierra Leone, en Guinée et au Liberia.

En ce moment, la Brigade combat la pandémie dans le monde entier. Toute la planète s’est émue de voir les Cubains se diriger vers la région la plus affectée de l’Italie, la Lombardie, pour aider à y sauver des vies. En date du 1er mai 2020, plus de 1 450 travailleurs cubains en soins de santé combattaient la COVID-19 dans 21 pays : Angola, Antigua-et-Barbuda, Barbade, Belize, Cap Vert, Dominique, Grenade, Haïti, Honduras, Italie (Lombardie et Piémont), Jamaïque, Nicaragua, Principauté d’Andorre, Qatar, Saint-Kitts-et-Nevis, Saint-Vincent-et-les-Grenadines, Île de Sainte Lucie, Afrique du Sud, Suriname, Togo et Venezuela.

Nous reconnaissons que la période de nomination est terminée, mais nous demandons au Comité du Prix Nobel d’accorder une prolongation en raison de la réponse exceptionnelle de la Brigade médicale internationale Henry Reeve face à l’urgence mondiale causée par le coronavirus. Son exemple en matière de générosité, de courage et de solidarité au coeur de la pandémie n’a pas d’égal, et mérite de se voir octroyer le Prix mondial le plus prestigieux pour la paix.

Avec nos remerciements anticipés, nous vous prions d’agréer l’expression de notre haute considération.

Sincèrement,

Al Comité del Premio Nobel de la Paz:

En medio de esta pandemia mundial sin precedentes en la historia moderna, hay un grupo de un pequeño país que ha proporcionado esperanza e inspiración a personas de todo el mundo: los médicos y enfermeros cubanos que forman parte de la Brigada Médica Internacional Henry Reeve que ahora trabajan en 21 países para combatir el COVID-19. En reconocimiento a su magnífica solidaridad y desinterés, salvando miles de vidas al poner sus propias vidas en peligro, les instamos a que les concedan el Premio Nobel de la Paz de este año.

Henry Reeve, fue un joven norteamericano que a los diecinueve años dejó Brooklyn, Estados Unidos, para unirse a la causa emancipadora cubana y convertirse en general de brigada del Ejército Libertador. La brigada que lleva su nombre fue creada por el líder cubano Fidel Castro el 19 de septiembre de 2005, después de que los Estados Unidos rechazaran la oferta de enviar 1.500 médicos cubanos para prestar asistencia tras el huracán Katrina.

El personal médico (7.400 trabajadores sanitarios voluntarios) de la brigada ha proporcionado ayuda en caso de desastre y antes de la COVID-19, a más de 3,5 millones de personas en 21 países devastados por los peores desastres naturales y epidemias del mundo. Se estima que se han salvado unas 80.000 vidas, como resultado directo de los tratamientos médicos de emergencia de primera línea de la Brigada a los pacientes de esos países. Uno de sus actos más heroicos fue en 2014-2015, cuando la Brigada envió a más de 400 médicos, enfermeras y otros trabajadores de la salud al África occidental para hacer frente a la peligrosa pandemia del Ébola, trabajando en regiones en que las instalaciones de atención de la salud e incluso la infraestructura básica, como carreteras y sistemas de comunicaciones, eran mínimas. Este equipo constituyó la mayor operación médica sobre el terreno en Sierra Leona, Guinea y Liberia.

Por este trabajo de 250 especialistas en naciones africanas durante la peligrosa epidemia de Ébola y su prestigio en áreas de la medicina, la Organización Mundial de Salud (OMS) le entregó el Premio de Salud Pública en Memoria del Dr. Lee Jong-Wook.
La Brigada Henry Reeve es sólo una parte del sistema médico cubano, coordinado por el Ministerio de Salud Pública de Cuba, que ha enviado más personal sanitario a trabajar en el extranjero que toda la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Por otro lado, mientras EE.UU. quita fondos a la Organización Mundial de la Salud, golpea a China y secuestra Equipos de Protección Personal (PPE) de otros países, los médicos cubanos están luchando contra la COVID-19 en todo el mundo.

En estos momentos que el mundo está sufriendo una devastadora pandemia, la Brigada está trabajando globalmente para combatirla y llevar salud y recuperación a los pacientes afectados. El mundo se conmovió al ver a los cubanos ir a la parte más infectada de Italia, Lombardía, para ayudar a salvar vidas. Desde el 1 de mayo, más de 1.450 miembros del personal médico cubano están luchando contra COVID-19 en 21 países: Angola, Antigua y Barbuda, Barbados, Belice, Cabo Verde, Dominica, Granada, Haití, Honduras, Italia (Lombardía y Piamonte), Jamaica, Nicaragua, Principado de Andorra, Qatar, San Cristóbal y Nieves, San Vicente y las Granadinas, Santa Lucía, Sudáfrica, Surinam, Togo y Venezuela.

Sinceramente,

 

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